MEDOS DE UMA NOITE ETERNA*

QUANDO A NOITE DORME
MEUS PESADELOS ACORDAM
A ESCURIDÃO ME CONSOME
E REVELA MEDOS DISFORMES

MEUS OLHOS SE CALAM
MEU PEITO SE ABRE
O MAL ACONTECE E NINGUÉM SABE
GRITO, MAS NÃO HÁ QUEM ME SALVE
ME TORNO REFÉM DO TERROR DO SONO

Obs: Pesadelos assim são sonhos que morreram dentro de mim
buscam vingança contra seu deus e aniquilador

Obs 2: Talvez a morte seja o fim dos meus pesadelos
Talvez a morte seja um pesadelo infinito
Talvez eu já tenha morrido e isso não seja um hospício

L.

*texto tirado do meu e-book “NOTAS DE UM LUNÁTICO”.

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