O velho começo

Não existe um novo começo, todo recomeço já é velho
Eu não quero a subcultura e a falta de criatividade
Talvez eu esteja velho ultrapassado perdendo o estilo
Mas não é por isso que vou vestir uma gravata e um terno



Nem cantarei músicas as quais eu não ouviria. Jamais!
Não vou mudar, não quero ser a moda, não quero me encaixar
Hoje eu quero ser eu viver e sonhar com o que já é meu.
Me deixa, eu não to de bobeira a vida é minha e quero ela inteira



Beirando o abismo negro do mau gosto
As pessoas se submetem ao próprio desgosto
O dinheiro compra vidas e encomenda mortes
E todos sorriem contentes por não ter essa sorte


Lucas Alberti Amaral

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